Capítulo 1.
Narração da Natalia.
Hoje era domingo, fui dormir cedo, pois estava com dor de cabeça e amanhã tinha faculdade iria me encontrar com os meus amigos. Amanhã é o primeiro dia de aula. Acordei com a minha cabeça latejando de dor, fui até o banheiro, fiz minhas higienes, e peguei o primeiro remédio de dor de cabeça que vi pela frente. (Odeio dor de cabeça), me arrumei e peguei minha mochila . Desci e encontrei meu pai e minha mãe já sentados à mesa.Deixei minha mochila no sofá e fui pra mesa, dar bom dia aos meus lindos.
- Bom dia pai - dei um beijo em sua bochecha.
- Bom dia mãe - dei um beijo em sua bochecha também.
- Filha, vou te pedir um favor - minha mãe disse, e já sabia o que vinha pela frente.
- Acordar a Nicolle né - fiz careta
- Filha eu sei que você não gosta de fazer isso, mais faça só por hoje- minha mãe fez cara de choro.
- Tá mãe, só por você - subi as escadas, passei no meu quarto, peguei meu celular, e fui em direção ao quarto da Nicolle, bati na porta e nada de resposta, me afastei e dei uma voadora na porta, que deu pra ouvir minha mãe reclamando lá de baixo, puxei as cobertas da Nicolle, já dobrando elas, chamei ela gritando.
-Vamos, Nicolle, anda, já estamos atrasadas, anda se veste, e desce se demorar dez minutos vou te levar pelo cabelo- sai bufando de raiva dali e bati a porta bruscamente ao sair.Desci e minha mãe já veio falar comigo.
-Natalia , não precisava fazer aquilo tudo,dar voadora na porta, gritar com a Nicky e sair desse estado de lá
-Ah, Dona Adriana, então da próxima vai voce acordar ela, ela age igual uma tartaruga, se daqui 3 minutos ela não descer, eu não vou dar mais carona pra ela, porque eu não vou me atrasar por causa dela- falei com raiva.
Do nada, a peste aparece, peguei a mão dela e sai levando ela pra fora, ela se debatendo gritando por conta da fome que ela estava.
- Nicolle, te pago um pastel e um toddynho no caminho, vamos tô com pressa
-Tá bom.
Parei na primeira lanchonete que vi pela frente, pois não aguentava mais aquela menina berrando por comida.
- Moça, me dá um pastel de presunto e queijo e um toddynho, dá quanto??
-4,00
Paguei a moça e fui pro carro, como nossa escola era meio longinha, deu tempo da Nicolle comer tudo antes de chegarmos, chegamos e fui correndo em direção às minhas amigas.
-Miguuuuxas - abracei os três de uma vez, a Vanessa, a Tamires e o Alexandre.
- Ei, eu não sou gay, pra você falar "miguxas"!!
-E miguxo - ri da cara dele, ele é meu BFF.
- Ai ta bom, e o papo também tá bom, mais acho melhor a gente ir entrando porque logo o Ramirez vem encher o saco.
-Affs ale, tá com medinho do Ramirez- Ramirez era o zelador da escola, fiquei zoando o ale por ter medo do Ramirez, pior que ele é um chato.
Entramos na sala e fui direto ao meu lugarzinho de sempre. Tamires na minha frente, Vanessa atrás e Alexandre do lado, ele e a Vanessa estavam brigando porque eles queriam sentar atrás de mim, só pararam de discutir quando o professor de História chegou, o Aldo. Eu nunca gostei dele, sempre respondo ele quando é possível.
- Ai Jesus apaga a luz, essa menina denovo comigo, não tem mais jeito- ouvi ele sussurar
- Algum problema professor?- perguntei
-Nã...Não está tudo em perfeita ordem- gaguejou
- Ah boom, pensei que o senhor queria algo- respondi vendo ele ficar sem jeito.
-Não, muito obrigado - falou frio, que me deu medo.
A aula passou rapidinho, logo chegou o recreio e nada mais, nada menos do que encontrar com a Gisele pelo corredor, a Gisele era minha rival.
- Olha quem está passando pelo corredor das salas de Medicina, decidiu isso pra sua vida?- perguntou sarcástica.
- Sim, é melhor do que não ter estudos e talvez o futuro será balconista, é uma profissão digna, e pro seu alcance, que só precisa saber calcular as contas.
- Querida, você acha que eu estudo aqui porquê??
-Porque sua irmã com muita inteligência, ganhou uma bolsa e passou para você, mas se voce fosse fazer a prova não ia passar, por tamanha burrice, Vamos meninas, já chega de falar com esta daí.
Acabou o recreio, fui pra sala e passou o resto das aulas lentamente. Até que bateu o sinal, enfim, iremos pra casa.
Chegando em casa, vejo meu namorado me esperando no sofá, largo minha mochila na porta mesmo e vou correndo aos seus braços. Ficamos um tempo abraçados, até que ele me mostra uma sacola.
- Presente pra namorada mais linda desse mundo.-Me entregou a sacola.
- Obrigada amor - Abri a sacola, olhei e dei um beijo nele - Ainn amor é uma capinha pro meu iphone 5.- Tava tão feliz que tirei uma foto da capinha. Era perfeita e do meu jeitinho, combinava muito comigo.
Ficamos namorando até altas horas, e depois ele foi embora, fui tomar meu banho e deitei na cama, quando de repente um número desconhecido me liga. Fico preocupada por quem estaria me ligando á 00:30 e o número desconhecido.
Quem será heein? E aí tão gostando da fic? Por favor comentem adoro a participaçao de voces
- Filha eu sei que você não gosta de fazer isso, mais faça só por hoje- minha mãe fez cara de choro.
- Tá mãe, só por você - subi as escadas, passei no meu quarto, peguei meu celular, e fui em direção ao quarto da Nicolle, bati na porta e nada de resposta, me afastei e dei uma voadora na porta, que deu pra ouvir minha mãe reclamando lá de baixo, puxei as cobertas da Nicolle, já dobrando elas, chamei ela gritando.
-Vamos, Nicolle, anda, já estamos atrasadas, anda se veste, e desce se demorar dez minutos vou te levar pelo cabelo- sai bufando de raiva dali e bati a porta bruscamente ao sair.Desci e minha mãe já veio falar comigo.
-Natalia , não precisava fazer aquilo tudo,dar voadora na porta, gritar com a Nicky e sair desse estado de lá
-Ah, Dona Adriana, então da próxima vai voce acordar ela, ela age igual uma tartaruga, se daqui 3 minutos ela não descer, eu não vou dar mais carona pra ela, porque eu não vou me atrasar por causa dela- falei com raiva.
Do nada, a peste aparece, peguei a mão dela e sai levando ela pra fora, ela se debatendo gritando por conta da fome que ela estava.
- Nicolle, te pago um pastel e um toddynho no caminho, vamos tô com pressa
-Tá bom.
Parei na primeira lanchonete que vi pela frente, pois não aguentava mais aquela menina berrando por comida.
- Moça, me dá um pastel de presunto e queijo e um toddynho, dá quanto??
-4,00
Paguei a moça e fui pro carro, como nossa escola era meio longinha, deu tempo da Nicolle comer tudo antes de chegarmos, chegamos e fui correndo em direção às minhas amigas.
-Miguuuuxas - abracei os três de uma vez, a Vanessa, a Tamires e o Alexandre.
- Ei, eu não sou gay, pra você falar "miguxas"!!
-E miguxo - ri da cara dele, ele é meu BFF.
- Ai ta bom, e o papo também tá bom, mais acho melhor a gente ir entrando porque logo o Ramirez vem encher o saco.
-Affs ale, tá com medinho do Ramirez- Ramirez era o zelador da escola, fiquei zoando o ale por ter medo do Ramirez, pior que ele é um chato.
Entramos na sala e fui direto ao meu lugarzinho de sempre. Tamires na minha frente, Vanessa atrás e Alexandre do lado, ele e a Vanessa estavam brigando porque eles queriam sentar atrás de mim, só pararam de discutir quando o professor de História chegou, o Aldo. Eu nunca gostei dele, sempre respondo ele quando é possível.
- Ai Jesus apaga a luz, essa menina denovo comigo, não tem mais jeito- ouvi ele sussurar
- Algum problema professor?- perguntei
-Nã...Não está tudo em perfeita ordem- gaguejou
- Ah boom, pensei que o senhor queria algo- respondi vendo ele ficar sem jeito.
-Não, muito obrigado - falou frio, que me deu medo.
A aula passou rapidinho, logo chegou o recreio e nada mais, nada menos do que encontrar com a Gisele pelo corredor, a Gisele era minha rival.
- Olha quem está passando pelo corredor das salas de Medicina, decidiu isso pra sua vida?- perguntou sarcástica.
- Sim, é melhor do que não ter estudos e talvez o futuro será balconista, é uma profissão digna, e pro seu alcance, que só precisa saber calcular as contas.
- Querida, você acha que eu estudo aqui porquê??
-Porque sua irmã com muita inteligência, ganhou uma bolsa e passou para você, mas se voce fosse fazer a prova não ia passar, por tamanha burrice, Vamos meninas, já chega de falar com esta daí.
Acabou o recreio, fui pra sala e passou o resto das aulas lentamente. Até que bateu o sinal, enfim, iremos pra casa.
Chegando em casa, vejo meu namorado me esperando no sofá, largo minha mochila na porta mesmo e vou correndo aos seus braços. Ficamos um tempo abraçados, até que ele me mostra uma sacola.
- Presente pra namorada mais linda desse mundo.-Me entregou a sacola.
- Obrigada amor - Abri a sacola, olhei e dei um beijo nele - Ainn amor é uma capinha pro meu iphone 5.- Tava tão feliz que tirei uma foto da capinha. Era perfeita e do meu jeitinho, combinava muito comigo.
Namô sabe meu gosto.Obrigada mozão @username.
Ficamos namorando até altas horas, e depois ele foi embora, fui tomar meu banho e deitei na cama, quando de repente um número desconhecido me liga. Fico preocupada por quem estaria me ligando á 00:30 e o número desconhecido.
Quem será heein? E aí tão gostando da fic? Por favor comentem adoro a participaçao de voces

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